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Baía da Traição
O Município de Baía da Traição, no Litoral Norte da Paraíba, limita-se com o Oceano Atlântico os municípios de Mataraca
(21,5 km), Rio Tinto (23 km) e Marcação (13 km).
O acesso ao município de Baía da Traição é pela PB-041, entrando sentido leste na cidade de Mamanguape, que fica
entre João Pessoa e Natal na BR-101. Seguindo de Mamanguape, passa pelos municípios de Rio Tinto e Marcação. Neste
trecho a PB-41, termina na Baía da Traição.
Distâncias saindo de:
João Pessoa: 78 Km
Natal: 160 Km (saindo de Pipa pela beira-mar 80 Km)
Recife: 188 Km
Na Baía da Traição, você terá várias opções de passeios. Praias desertas, lagoas, estuários, rios e nascentes, rica
história e a cultura indígena,fazem deste lugar um recanto único.
Para visitar tudo o que a Baía da Traição oferece, você pode contratar passeios de Buggy ou motocicletas ou sair à pé.
Pode contar com a ajuda de um jovem guia turístico, que terá muita satisfação em acompanhá-lo.
História
No início do século XVI, a região onde está localizada a Baía da Traição, era habitada pelos Potiguaras, uma das tribos
mais aguerridas do litoral brasileiro.
Entre a enseada e o aldeiamento indígena, mais tarde denominado São Miguel, existia uma grande lagoa que era um
verdadeiro mar de água doce, circundada por densa vegetação, em que predominava um imenso cajual. Esta lagoa se
comunicava com o oceano nas proximidades do local, posteriormente denominado Forte, e era conhecida pelo nome de
Acajutibiró, que se estendia até à praia.
Para Teodoro Sampaio, um dos mais conceituados tupinólogos do Brasil, a palavra Acajutibiró pode significar sítio de caju
de sabor agradável. Para Francisco Leon Clerot, que foi um dos mais eficientes professores do Lyceu Paraibano e da
Universidade Federal da Paraíba, também versado em tupinologia, Acajutibiró pode ser traduzida como abundância de
cajus. A Baía da Traição era também chamada pelos Potiguaras de Tibira Caiutuba.
Como se pode verificar, todas as traduções do vocábulo Acajutibiró giram em torno do caju, considerado de grande
importância pelos Potiguaras e demais aborígines do litoral nordestino.
Quanto à palavra Acajutibiró, como é também chamada a Baía da Traição, trata-se de uma corruptela de Acajutibiró,
resultante de modificações introduzidas pela pronúncia dos estrangeiros que circularam nas suas terras, principalmente
os portugueses.
O Topônimo Baía da Traição – Do ponto de vista histórico, o topônimo imposto à lendária Acajutibiró, é muito controvertido,
como relação à sua origem.
Gabriel soares afirma que no período de 1503 a 1505, os ameríndios mataram alguns náufragos castelhanos e
portugueses, razão pela qual o nome traição ainda permanece.
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http://espacoecologiconoar.com.br Fornecido por Joomla! Produzido em: 5 April, 2008, 04:35
O Pe. Rafael Galanti escreve que os indígenas mataram na Baía da Traição dois frades franciscanos, em 1505. Outros
historiadores explicam de forma diferente.
Entre todas as versões que circulam a respeito do assunto, a mais viável, apesar de não aceita pela maioria dos
historiadores brasileiros, é que o nome traição esteja vinculado à primeira expedição explorada de 1501, da qual participou
o famoso Américo Vespúcio, quando três marinheiros portugueses foram mortos e devorados pelos nativos antes
recebidos amigavelmente, no primeiro porto onde a flotilha ancorou, no dia 17de agosto.
Coriolano de Medeiros e Horácio de Almeida defendem essa tese, admitindo que foi na Baía da traição, na Paraíba, e não
nas proximidades do São Roque, no Rio Grande do Norte, o local onde os navios da primeira expedição aportaram.
Contrapõe-se, porém Vespúcio, afirmando na sua Lettera, escrita em 1504, que estavam a 5 graus de latitude sul e não
6 graus, conforme se verifica na Baía da Traição. Um engano de apenas um grau era justificável naquela época, pela
deficiência dos instrumentos utilizados.
Américo Vespúcio faz uma breve descrição do local onde estiveram afirmando que era “viridente e de boa aparência “ .
Diz ainda existir um monte próximo da praia, não muito alto e pouco íngreme, por onde as mulheres indígenas arrastaram
a sua vítima.
O aspecto físico da Baía da Traição tem algumas semelhanças com o descrito por Vespúcio, existindo também um monte
pouco íngreme - o Alto do Tambá – onde atualmente está localizada a sede do posto Indígena Potiguara. É uma linda
barreira colorida, que se prolonga por quase toda extensão do litoral em direção norte, com uma altura que chega a atingir
trinta metros.
Ainda com relação ao nome traição, convém mencionar o mapa de Reinel, de 1516, onde se destaca a inscrição “Baía de
Pituaçua de Treyçam “, registrando o episódio, quando o Brasil ainda não era habitado pelos colonizadores.
Outro fato importante é que o nome de Baía da Traição já constava como limite norte da Capitania de Itamaracá, doada
por D. João III a Pero Lopes de Sousa, em 1534.
Que algum fato importante aconteceu na formosa Acajutibiró dos Potiguaras, não há dúvida, a ponto de provocar a
substituição do seu nome primitivo pelo de Baía da Traição.
Terras Indígenas
No município de Baía da Traição está localizada a maioria das aldeias indígenas, que integram a Terra Indígena Potiguara.
Estas aldeias estão sob a jurisdição da Fundação Nacional do Índio – FUNAI – órgãos federal, criado pela lei nº 5.371 de 5 de
dezembro 1967, em substituição ao antigo Serviço de Proteção ao Índio – S.P.I.
Na povoação Forte, onde há séculos existiu uma das mais antigas fortificações da Paraíba, está instalado o Posto
Indígena Potiguara, diretamente subordinado à III Delegacia Regional da FUNAI, com sede no Recife. O referido posto é
responsável pela administração geral da área pertencente à Terras Indígenas Potiguara, Jacaré de São Domingos e
Potiguara de Monte-Mór.
A Terra Indígena Potiguara é constituída de 5.072 habitantes, dos quais 3.093 residem no município de Baia da Traição,
distribuídas pelas povoações, Acajutibiró, Cumaru, Forte, Galego, Santa Rita, Laranjeiras, Silva, Bento, Tracoeira, Vila São
Francisco e na cidade da Baia da Traição. No município de Rio Tinto, nas povoações Caieira, Lagoa Grande, Camurupim,
Tramataia e Jacaré, habitam 1.979 índios, no município de Marcação.
A área pertencente à sesmaria de São Miguel abranja aproximadamente 57.000 Ha, com um perímetro de 89,5 km.
Posteriormente, foi elaborado um mapa que corresponde aos trabalhos de delimitação realizados pelo Serviço de Proteção
ao Índio, e aos posteriores memoriais da FUNAI, que declara a referida área com 34.320 Ha e um perímetro de 74 km.
Em conseqüência do Decreto nº 89.256 de 28 de dezembro de 1983, do Presidente João Batista Figueiredo, a área
indígena está reduzida a 20.820 Ha, prejudicando a comunidade Potiguara, que perdeu grande parte de suas terras.
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Para a sua sobrevivência, os potiguaras se dedicam às atividades agrícolas, principalmente do milho, feijão, mandioca,
inhame e coco. Há um número reduzido de pescadores, que residem no município, ou na sua periferia.
Geografia
O município de Baía da Traição está inserido na unidade Geoambiental dos Tabuleiros Costeiros. Esta unidade
acompanha o litoral de todo o nordeste, apresenta altitude média de 50 a 100 metros.
Clima
O clima é do tipo Tropical Chuvoso com verão seco. O período chuvoso começa no outono tendo início em fevereiro e
término em outubro. A precipitação média anual é de 1.634.2 mm.
Vegetação
A vegetação é predominantemente do tipo Floresta Subperenifólia, com partes de Floresta Subcaducifólia e Cerrado/
Floresta.
Geologia
De modo geral, os solos são profundos e de baixa fertilidade natural. Compreende platôs de origem sedimentar, que
apresentam grau de entalhamento variável, ora com vales estreitos e encostas abruptas, ora abertos com encostas
suaves e fundos com amplas várzeas. Os solos dessa unidade geoambiental são representados pelos Latossolos e
Podzólicos nos topos de chapadas e topos residuais; pelos Podzólicos com Fregipan, Podzólicos Plínticos e Podzóis nas
pequenas depressões nos tabuleiros; pelos Podzólicos Concrecionários em áreas dissecadas e encostas e Gleissolos e
Solos Aluviais nas áreas de várzeas.
Litoral
O litoral da Baia da Traição é um dos mais belos do nordeste, tendo a configuração de meia-lua, onde se destacam praias
sinuosas, falésias multicoloridas, dunas e uma linha de arrecifes, formando um conjunto harmonioso de rara beleza
paisagística.
O seu contorno, da foz do rio Camaratuba à foz do rio Mamanguape, mede aproximadamente 40 km, nele existindo as
praias Cardosas, Tambá e Forte, embelezadas por falésias multicores, cujas ondas revoltas as tornam preferidas pelos
os surfistas; a enseada da Baia da Traição, famosa pela sua beleza e tradição; a da Trincheira, onde, em 1625, suas dunas
serviram de trincheiras às forças portuguesas na luta contra os holandeses; e a praia de Coqueirinhos.
Hidrografia
O rio Sinimbú é o principal, não apenas pela sua extensão, sobretudo pela sua importância no contexto socioeconômico
da região. Nasce no local chamado Avencas, ao norte da vila São Francisco, atravessando o município de oeste para
leste. Banha o município a oeste, numa distancia de 500 metros. Deságua no rio Estiva, que por sua vez desemboca no
Oceano Atlântico, nas proximidades da praia de Coqueirinhos.
Após os serviços de drenagem realizados no local, a partir de 1931, sob a direção dos engenheiros Valdomiro Leon Sales e
Ítalo Joffily, os rios se tornaram em extensas áreas, atualmente aproveitadas no cultivos de cereais e de outras culturas
de subsistência.
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Rio Sinimbu
Este banha parte das aldeias: São Francisco, Galego, Forte e o município de Baía da Traição. Já foi na década de 60
responsável por auxiliar na grande produção de arroz, mandioca, abóbora, banana, milho (época do faminto). Durante
todo ano existia fartura desses produtos, mas com encharcamento da várzea tudo isso está impossibilitado.
Problemas com o rio e os mangues
Rio Sinimbu: O desmatamento das margens assim como as dragagens, estão causando o assoreamento do rio. As
águas estão contaminadas por lixo, dejetos humanos que são jogados pelos próprios ribeirinhos isso, sem falar dos
animais que se banham efetivamente até defecando no rio aumentando sua contaminação.
Mangues: A construção de viveiros de camarão ocasiona um grande desmatamento da área dos mangues, além das
toxinas que são jogadas junto ao lixo. Outro fator que contribui com os problemas nos mangues é a extração de madeiras
para confecção de carvão.
Ação do Mar
De acordo com os mais velhos, antigamente o mar da Baía da Traição, era mais ou menos uns 100 metros de distância de
hoje é a margem do mar. Porém, hoje está diferente, o mar está invadindo o município aos poucos, até as barreiras
de proteção (quebra-marés) estão se partindo, não podendo suportar por muito tempo a ação dos mares, até em
coqueirinho já se vê a ação avançada, o mar já está invadindo viveiros de camarão que estão nas proximidades da
beira-mar.
Cultura
Potiguaras
Na época da conquista da Paraíba, os Potiguaras, pertencentes à grande família Tupi-Guarani, eram senhores de
grandes extensões de terra, que de Pernambuco se defendiam até o Maranhão, constituindo-se na maior e na mais
poderosa de todas as tribos existentes no Nordeste, com uma população avaliada em cem mil pessoas.
Eram portadores de elementos culturais e de características físicas semelhantes aos demais aborígines que habitavam o
litoral brasileiro, destacando-se pela sua bravura e belicosidade. Não eram traiçoeiros, enfrentavam o inimigo corpo a
corpo, e tinham o hábito de esmagar a cabeça daqueles que matavam, só os devorando por vingança, através de rituais,
respeitadas algumas formalidades exigidas para o caso.
Eram retratários ás mudanças, sobrevivendo com seus caracteres culturais por maior espaço de tempo do que os
Tabajara, também Tupi-Guarani, e habitantes da Paraíba, a partir de 1585. Daí sua falta de adaptação às imposições
portuguesas tão contrarias aos seus princípios éticos e morais.
Manifestações Folcclóricas
São desenvolvidas várias atividades folclóricas, destacando-se o toré – dançando pelos Potiguara, através dos séculos; o
coco de roda, considerando um dos mais bonitos do litoral paraibano; as lapinhas, cirandas e a nau-catarineta,
realizadas no período natalino. Os festejos de Nossa Senhora da Penha – comemorado no segundo domingo do mês de
janeiro; a festa de São Pedro, no dia 28 de junho, organizada pelos pescadores, com procissão marítima bastante
concorrida; a festa de São Miguel – o padroeiro dos Potiguaras – celebrada, atualmente na Vila de São Miguel, no dia 29
de setembro, com muita animação.
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A Baia da Traição também tem suas lendas, que são contadas através de gerações, principalmente a da famosa Ionatá, –
a viagem dos pássaros – filha de um grande cacique, cuja tribo existia no local onde hoje se assenta a povoação do
Galego.
Artesanato
É um dos mais bonitos do Estado, nota-se o filé e o labirinto se destacam pela sua perfeição. Há poucas décadas, eram
famosas as redes tapuaramas, tecidas a mão, que eram de grande aceitação no mercado brasileiro, principalmente no
Rio de Janeiro, pela sua beleza e durabilidade. Atualmente, são raras as pessoas que se dedicam a este trabalho
artesanal.
Convêm ressaltar o artesanato de carpintaria naval, elaborado por exímios artesãos, considerados os melhores do
Nordeste, senão do Brasil. Dentre estes, merece especial destaque o Sr. João Damião de Oliveira – recentemente falecido
– considerado o melhor da região, e responsável pela preservação e divulgação do referido artesanato.
Farol
A Baia da Traição tem sua costa protegida por uma linha de arrecifes(“as pedras”
que lhe dá características originais de
rara beleza.
Em 1923, foi inaugurado o farol da Baia da Traição – o segundo da Paraíba – nas proximidades da Feiticeira, com o objetivo
de defender as embarcações de possíveis acidentes, junto aos arrecifes existentes naquela praia.
O farol da Traição é uma linda armação de forma quadrangular de concreto armado, cor branca, com uma altitude de 12
metros e um alcance geográfico (luz) de 12 milhas, com lampejo branco de 06 segundos. Já passou por varias
modificações nos anos de 1927, 1947, 1970, 1972, e 1985. Atualmente, está estalado a poucos metros do local onde
permaneceu desde a sua inauguração.
Turismo
Há diversos restaurantes e pousadas na baia da traição para abriga os turistas, mas a Baía e mais freqüentadas por
turistas na época do veraneio, uma época que a Baía fica super populada. O ponto principal de encontro não só dos
turistas mais da população (inclusive em maior quantidade a mais jovem) é a praça central da Baía da Traição.
Atualmente, Baía da Traição, por suas praias belíssimas, é muito freqüentado por turistas de todo Brasil. Grande parte das
casas da zona urbana pertence a veranistas, geralmente originários de Campina Grande, Guarabira, João Pessoa,
Mamanguape e Rio Tinto.
Seu carnaval, que faz parte do calendário turístico da PBTUR (Empresa Paraibana de Turismo), é um dos mais
badalados do Estado. Verifica-se, por parte dos comerciantes locais e dos próprios nativos, um grande cuidado em bem
receber o turista, o que tem se constituído um fator importante para o seu desenvolvimento.
O município de Baía da Traição tem um peso enorme na historia da Paraíba, foi aqui, que se travaram violentos e históricos
conflitos entre brancos e índios, é favorecida também por lindos atrativos turísticos, sejam naturais ou culturais.
O ponto forte do turismo de Baía da Traição é sem duvida a existência de índios. A praia é a característica natural mais
visada pelos turistas, mas não é só isso, pois há no município belas lagoas e rios. As lagoas mais conhecida fica situada
na Lagoa do Mato, tendo a Lagoa Encantada é bem conhecida, também tem a Aldeia Perdida que tem uma lagoa que
é isolada e rodeada por uma vegetação admirável, lá nós podemos encontrar o índio Curumim, assim conhecido, ele
proporciona ao turista à dança do toré e os artesanatos as margens da lagoa.
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O Forte, com sua praia e sua famosa vista dos canhões para orla baiense atraindo muitos turistas ao lugar, sendo
considerado um dos pontos mais belos de se olhar a Baía.
O artesanato e a dança é a identidade dos Potiguaras e pode ser encontrado em todas as aldeias da reserva
pertencente ao município, e entre varias podemos destacar algumas delas: – Aldeia Forte – é existente nesta comunidade
o Toré Forte; associação indígena do premio Cultura Indígena no ano de 2007, que valoriza incentivando a todos a
prática e a importância da cultura; na mesma encontramos a dança do toré e os artesanatos; – Aldeia Galego – também é
proporcionado ao turista a dança e o artesanato destacam-se pela comida típica e por trilha que sai do outro lado da
aldeia até o mar. – Nos aspectos artesanato e dança tem também a aldeia de São Francisco, a mais caracterizada em
termos de traços físicos indígenas.
Praia da Baía
Muitos outros passeios podem ser feitos pela região, basta ter fôlego para tanta aventura ou simplesmente curtir os
barzinhos e restaurantes da Praia da Baia e da Ponta das Trincheiras, esta última, com suas belas piscinas naturais.
Passeios de barco são oferecidos, saindo da Praia da Baía, com volta pelo Farol, Banho da Ilha da Coroa e visita ao
Projeto Peixe-Boi, entrando pelo mar na Barra de Mamanguape. Vários outros rios e cachoeiras podem ser visitados,
fazer caminhadas ecológicas e muito mais. Poupe suas forças, para à noite, aproveitar o forró ou as festas religiosas que são
freqüentes na região se você der sorte de estar por aqui numa delas.
Falesias da Praia de Tambá
A Praia da Baía da Traição emuldura a área mais movimentada da cidade. Seguindo pela rua principal, ao norte, chegue
na Praia do Forte, uma das preferidas dos surfistas. Depois da Aldeia Forte, conheça a Praia de Tambá, com dois
pontos de acesso pela aldeia galego e em seguida vá até a Praia de Jerimum e Cardosas, chegando na Barra do Rio
Camaratuba. São praias desertas, cujas águas são cristalinas como as esmeraldas e do mesmo tom, em rara beleza.
No caminho, vale a pena ver a dança do Toré na Aldeia Galego (Oca do Seu Antonio) ou na Aldeia Perdida (Curumim),
onde se encontra Lagoa dos Canários.
Na Barra de Camaratuba, o manguezal com sua rica fauna e flora pode ser observado em detalhes, atravesse o
mangue em balsa. Fazendo a travessia, já é possível mergulhar nas águas do rio que desemboca na barra, num misto
de água doce e salgada, dependendo da maré. O almoço, poderá ser nas barracas do local.
Na volta, a parada obrigatória é a Lagoa Encantada, para um banho de água doce em águas cristalinas. Local cheio de
mistérios, guarda segredos até hoje não desvendados.
Fonte: Wikipédia - Baía da Traição
09.02.2008
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O Município de Baía da Traição, no Litoral Norte da Paraíba, limita-se com o Oceano Atlântico os municípios de Mataraca
(21,5 km), Rio Tinto (23 km) e Marcação (13 km).
O acesso ao município de Baía da Traição é pela PB-041, entrando sentido leste na cidade de Mamanguape, que fica
entre João Pessoa e Natal na BR-101. Seguindo de Mamanguape, passa pelos municípios de Rio Tinto e Marcação. Neste
trecho a PB-41, termina na Baía da Traição.
Distâncias saindo de:
João Pessoa: 78 Km
Natal: 160 Km (saindo de Pipa pela beira-mar 80 Km)
Recife: 188 Km
Na Baía da Traição, você terá várias opções de passeios. Praias desertas, lagoas, estuários, rios e nascentes, rica
história e a cultura indígena,fazem deste lugar um recanto único.
Para visitar tudo o que a Baía da Traição oferece, você pode contratar passeios de Buggy ou motocicletas ou sair à pé.
Pode contar com a ajuda de um jovem guia turístico, que terá muita satisfação em acompanhá-lo.
História
No início do século XVI, a região onde está localizada a Baía da Traição, era habitada pelos Potiguaras, uma das tribos
mais aguerridas do litoral brasileiro.
Entre a enseada e o aldeiamento indígena, mais tarde denominado São Miguel, existia uma grande lagoa que era um
verdadeiro mar de água doce, circundada por densa vegetação, em que predominava um imenso cajual. Esta lagoa se
comunicava com o oceano nas proximidades do local, posteriormente denominado Forte, e era conhecida pelo nome de
Acajutibiró, que se estendia até à praia.
Para Teodoro Sampaio, um dos mais conceituados tupinólogos do Brasil, a palavra Acajutibiró pode significar sítio de caju
de sabor agradável. Para Francisco Leon Clerot, que foi um dos mais eficientes professores do Lyceu Paraibano e da
Universidade Federal da Paraíba, também versado em tupinologia, Acajutibiró pode ser traduzida como abundância de
cajus. A Baía da Traição era também chamada pelos Potiguaras de Tibira Caiutuba.
Como se pode verificar, todas as traduções do vocábulo Acajutibiró giram em torno do caju, considerado de grande
importância pelos Potiguaras e demais aborígines do litoral nordestino.
Quanto à palavra Acajutibiró, como é também chamada a Baía da Traição, trata-se de uma corruptela de Acajutibiró,
resultante de modificações introduzidas pela pronúncia dos estrangeiros que circularam nas suas terras, principalmente
os portugueses.
O Topônimo Baía da Traição – Do ponto de vista histórico, o topônimo imposto à lendária Acajutibiró, é muito controvertido,
como relação à sua origem.
Gabriel soares afirma que no período de 1503 a 1505, os ameríndios mataram alguns náufragos castelhanos e
portugueses, razão pela qual o nome traição ainda permanece.
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O Pe. Rafael Galanti escreve que os indígenas mataram na Baía da Traição dois frades franciscanos, em 1505. Outros
historiadores explicam de forma diferente.
Entre todas as versões que circulam a respeito do assunto, a mais viável, apesar de não aceita pela maioria dos
historiadores brasileiros, é que o nome traição esteja vinculado à primeira expedição explorada de 1501, da qual participou
o famoso Américo Vespúcio, quando três marinheiros portugueses foram mortos e devorados pelos nativos antes
recebidos amigavelmente, no primeiro porto onde a flotilha ancorou, no dia 17de agosto.
Coriolano de Medeiros e Horácio de Almeida defendem essa tese, admitindo que foi na Baía da traição, na Paraíba, e não
nas proximidades do São Roque, no Rio Grande do Norte, o local onde os navios da primeira expedição aportaram.
Contrapõe-se, porém Vespúcio, afirmando na sua Lettera, escrita em 1504, que estavam a 5 graus de latitude sul e não
6 graus, conforme se verifica na Baía da Traição. Um engano de apenas um grau era justificável naquela época, pela
deficiência dos instrumentos utilizados.
Américo Vespúcio faz uma breve descrição do local onde estiveram afirmando que era “viridente e de boa aparência “ .
Diz ainda existir um monte próximo da praia, não muito alto e pouco íngreme, por onde as mulheres indígenas arrastaram
a sua vítima.
O aspecto físico da Baía da Traição tem algumas semelhanças com o descrito por Vespúcio, existindo também um monte
pouco íngreme - o Alto do Tambá – onde atualmente está localizada a sede do posto Indígena Potiguara. É uma linda
barreira colorida, que se prolonga por quase toda extensão do litoral em direção norte, com uma altura que chega a atingir
trinta metros.
Ainda com relação ao nome traição, convém mencionar o mapa de Reinel, de 1516, onde se destaca a inscrição “Baía de
Pituaçua de Treyçam “, registrando o episódio, quando o Brasil ainda não era habitado pelos colonizadores.
Outro fato importante é que o nome de Baía da Traição já constava como limite norte da Capitania de Itamaracá, doada
por D. João III a Pero Lopes de Sousa, em 1534.
Que algum fato importante aconteceu na formosa Acajutibiró dos Potiguaras, não há dúvida, a ponto de provocar a
substituição do seu nome primitivo pelo de Baía da Traição.
Terras Indígenas
No município de Baía da Traição está localizada a maioria das aldeias indígenas, que integram a Terra Indígena Potiguara.
Estas aldeias estão sob a jurisdição da Fundação Nacional do Índio – FUNAI – órgãos federal, criado pela lei nº 5.371 de 5 de
dezembro 1967, em substituição ao antigo Serviço de Proteção ao Índio – S.P.I.
Na povoação Forte, onde há séculos existiu uma das mais antigas fortificações da Paraíba, está instalado o Posto
Indígena Potiguara, diretamente subordinado à III Delegacia Regional da FUNAI, com sede no Recife. O referido posto é
responsável pela administração geral da área pertencente à Terras Indígenas Potiguara, Jacaré de São Domingos e
Potiguara de Monte-Mór.
A Terra Indígena Potiguara é constituída de 5.072 habitantes, dos quais 3.093 residem no município de Baia da Traição,
distribuídas pelas povoações, Acajutibiró, Cumaru, Forte, Galego, Santa Rita, Laranjeiras, Silva, Bento, Tracoeira, Vila São
Francisco e na cidade da Baia da Traição. No município de Rio Tinto, nas povoações Caieira, Lagoa Grande, Camurupim,
Tramataia e Jacaré, habitam 1.979 índios, no município de Marcação.
A área pertencente à sesmaria de São Miguel abranja aproximadamente 57.000 Ha, com um perímetro de 89,5 km.
Posteriormente, foi elaborado um mapa que corresponde aos trabalhos de delimitação realizados pelo Serviço de Proteção
ao Índio, e aos posteriores memoriais da FUNAI, que declara a referida área com 34.320 Ha e um perímetro de 74 km.
Em conseqüência do Decreto nº 89.256 de 28 de dezembro de 1983, do Presidente João Batista Figueiredo, a área
indígena está reduzida a 20.820 Ha, prejudicando a comunidade Potiguara, que perdeu grande parte de suas terras.
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Para a sua sobrevivência, os potiguaras se dedicam às atividades agrícolas, principalmente do milho, feijão, mandioca,
inhame e coco. Há um número reduzido de pescadores, que residem no município, ou na sua periferia.
Geografia
O município de Baía da Traição está inserido na unidade Geoambiental dos Tabuleiros Costeiros. Esta unidade
acompanha o litoral de todo o nordeste, apresenta altitude média de 50 a 100 metros.
Clima
O clima é do tipo Tropical Chuvoso com verão seco. O período chuvoso começa no outono tendo início em fevereiro e
término em outubro. A precipitação média anual é de 1.634.2 mm.
Vegetação
A vegetação é predominantemente do tipo Floresta Subperenifólia, com partes de Floresta Subcaducifólia e Cerrado/
Floresta.
Geologia
De modo geral, os solos são profundos e de baixa fertilidade natural. Compreende platôs de origem sedimentar, que
apresentam grau de entalhamento variável, ora com vales estreitos e encostas abruptas, ora abertos com encostas
suaves e fundos com amplas várzeas. Os solos dessa unidade geoambiental são representados pelos Latossolos e
Podzólicos nos topos de chapadas e topos residuais; pelos Podzólicos com Fregipan, Podzólicos Plínticos e Podzóis nas
pequenas depressões nos tabuleiros; pelos Podzólicos Concrecionários em áreas dissecadas e encostas e Gleissolos e
Solos Aluviais nas áreas de várzeas.
Litoral
O litoral da Baia da Traição é um dos mais belos do nordeste, tendo a configuração de meia-lua, onde se destacam praias
sinuosas, falésias multicoloridas, dunas e uma linha de arrecifes, formando um conjunto harmonioso de rara beleza
paisagística.
O seu contorno, da foz do rio Camaratuba à foz do rio Mamanguape, mede aproximadamente 40 km, nele existindo as
praias Cardosas, Tambá e Forte, embelezadas por falésias multicores, cujas ondas revoltas as tornam preferidas pelos
os surfistas; a enseada da Baia da Traição, famosa pela sua beleza e tradição; a da Trincheira, onde, em 1625, suas dunas
serviram de trincheiras às forças portuguesas na luta contra os holandeses; e a praia de Coqueirinhos.
Hidrografia
O rio Sinimbú é o principal, não apenas pela sua extensão, sobretudo pela sua importância no contexto socioeconômico
da região. Nasce no local chamado Avencas, ao norte da vila São Francisco, atravessando o município de oeste para
leste. Banha o município a oeste, numa distancia de 500 metros. Deságua no rio Estiva, que por sua vez desemboca no
Oceano Atlântico, nas proximidades da praia de Coqueirinhos.
Após os serviços de drenagem realizados no local, a partir de 1931, sob a direção dos engenheiros Valdomiro Leon Sales e
Ítalo Joffily, os rios se tornaram em extensas áreas, atualmente aproveitadas no cultivos de cereais e de outras culturas
de subsistência.
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Rio Sinimbu
Este banha parte das aldeias: São Francisco, Galego, Forte e o município de Baía da Traição. Já foi na década de 60
responsável por auxiliar na grande produção de arroz, mandioca, abóbora, banana, milho (época do faminto). Durante
todo ano existia fartura desses produtos, mas com encharcamento da várzea tudo isso está impossibilitado.
Problemas com o rio e os mangues
Rio Sinimbu: O desmatamento das margens assim como as dragagens, estão causando o assoreamento do rio. As
águas estão contaminadas por lixo, dejetos humanos que são jogados pelos próprios ribeirinhos isso, sem falar dos
animais que se banham efetivamente até defecando no rio aumentando sua contaminação.
Mangues: A construção de viveiros de camarão ocasiona um grande desmatamento da área dos mangues, além das
toxinas que são jogadas junto ao lixo. Outro fator que contribui com os problemas nos mangues é a extração de madeiras
para confecção de carvão.
Ação do Mar
De acordo com os mais velhos, antigamente o mar da Baía da Traição, era mais ou menos uns 100 metros de distância de
hoje é a margem do mar. Porém, hoje está diferente, o mar está invadindo o município aos poucos, até as barreiras
de proteção (quebra-marés) estão se partindo, não podendo suportar por muito tempo a ação dos mares, até em
coqueirinho já se vê a ação avançada, o mar já está invadindo viveiros de camarão que estão nas proximidades da
beira-mar.
Cultura
Potiguaras
Na época da conquista da Paraíba, os Potiguaras, pertencentes à grande família Tupi-Guarani, eram senhores de
grandes extensões de terra, que de Pernambuco se defendiam até o Maranhão, constituindo-se na maior e na mais
poderosa de todas as tribos existentes no Nordeste, com uma população avaliada em cem mil pessoas.
Eram portadores de elementos culturais e de características físicas semelhantes aos demais aborígines que habitavam o
litoral brasileiro, destacando-se pela sua bravura e belicosidade. Não eram traiçoeiros, enfrentavam o inimigo corpo a
corpo, e tinham o hábito de esmagar a cabeça daqueles que matavam, só os devorando por vingança, através de rituais,
respeitadas algumas formalidades exigidas para o caso.
Eram retratários ás mudanças, sobrevivendo com seus caracteres culturais por maior espaço de tempo do que os
Tabajara, também Tupi-Guarani, e habitantes da Paraíba, a partir de 1585. Daí sua falta de adaptação às imposições
portuguesas tão contrarias aos seus princípios éticos e morais.
Manifestações Folcclóricas
São desenvolvidas várias atividades folclóricas, destacando-se o toré – dançando pelos Potiguara, através dos séculos; o
coco de roda, considerando um dos mais bonitos do litoral paraibano; as lapinhas, cirandas e a nau-catarineta,
realizadas no período natalino. Os festejos de Nossa Senhora da Penha – comemorado no segundo domingo do mês de
janeiro; a festa de São Pedro, no dia 28 de junho, organizada pelos pescadores, com procissão marítima bastante
concorrida; a festa de São Miguel – o padroeiro dos Potiguaras – celebrada, atualmente na Vila de São Miguel, no dia 29
de setembro, com muita animação.
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A Baia da Traição também tem suas lendas, que são contadas através de gerações, principalmente a da famosa Ionatá, –
a viagem dos pássaros – filha de um grande cacique, cuja tribo existia no local onde hoje se assenta a povoação do
Galego.
Artesanato
É um dos mais bonitos do Estado, nota-se o filé e o labirinto se destacam pela sua perfeição. Há poucas décadas, eram
famosas as redes tapuaramas, tecidas a mão, que eram de grande aceitação no mercado brasileiro, principalmente no
Rio de Janeiro, pela sua beleza e durabilidade. Atualmente, são raras as pessoas que se dedicam a este trabalho
artesanal.
Convêm ressaltar o artesanato de carpintaria naval, elaborado por exímios artesãos, considerados os melhores do
Nordeste, senão do Brasil. Dentre estes, merece especial destaque o Sr. João Damião de Oliveira – recentemente falecido
– considerado o melhor da região, e responsável pela preservação e divulgação do referido artesanato.
Farol
A Baia da Traição tem sua costa protegida por uma linha de arrecifes(“as pedras”
que lhe dá características originais derara beleza.
Em 1923, foi inaugurado o farol da Baia da Traição – o segundo da Paraíba – nas proximidades da Feiticeira, com o objetivo
de defender as embarcações de possíveis acidentes, junto aos arrecifes existentes naquela praia.
O farol da Traição é uma linda armação de forma quadrangular de concreto armado, cor branca, com uma altitude de 12
metros e um alcance geográfico (luz) de 12 milhas, com lampejo branco de 06 segundos. Já passou por varias
modificações nos anos de 1927, 1947, 1970, 1972, e 1985. Atualmente, está estalado a poucos metros do local onde
permaneceu desde a sua inauguração.
Turismo
Há diversos restaurantes e pousadas na baia da traição para abriga os turistas, mas a Baía e mais freqüentadas por
turistas na época do veraneio, uma época que a Baía fica super populada. O ponto principal de encontro não só dos
turistas mais da população (inclusive em maior quantidade a mais jovem) é a praça central da Baía da Traição.
Atualmente, Baía da Traição, por suas praias belíssimas, é muito freqüentado por turistas de todo Brasil. Grande parte das
casas da zona urbana pertence a veranistas, geralmente originários de Campina Grande, Guarabira, João Pessoa,
Mamanguape e Rio Tinto.
Seu carnaval, que faz parte do calendário turístico da PBTUR (Empresa Paraibana de Turismo), é um dos mais
badalados do Estado. Verifica-se, por parte dos comerciantes locais e dos próprios nativos, um grande cuidado em bem
receber o turista, o que tem se constituído um fator importante para o seu desenvolvimento.
O município de Baía da Traição tem um peso enorme na historia da Paraíba, foi aqui, que se travaram violentos e históricos
conflitos entre brancos e índios, é favorecida também por lindos atrativos turísticos, sejam naturais ou culturais.
O ponto forte do turismo de Baía da Traição é sem duvida a existência de índios. A praia é a característica natural mais
visada pelos turistas, mas não é só isso, pois há no município belas lagoas e rios. As lagoas mais conhecida fica situada
na Lagoa do Mato, tendo a Lagoa Encantada é bem conhecida, também tem a Aldeia Perdida que tem uma lagoa que
é isolada e rodeada por uma vegetação admirável, lá nós podemos encontrar o índio Curumim, assim conhecido, ele
proporciona ao turista à dança do toré e os artesanatos as margens da lagoa.
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O Forte, com sua praia e sua famosa vista dos canhões para orla baiense atraindo muitos turistas ao lugar, sendo
considerado um dos pontos mais belos de se olhar a Baía.
O artesanato e a dança é a identidade dos Potiguaras e pode ser encontrado em todas as aldeias da reserva
pertencente ao município, e entre varias podemos destacar algumas delas: – Aldeia Forte – é existente nesta comunidade
o Toré Forte; associação indígena do premio Cultura Indígena no ano de 2007, que valoriza incentivando a todos a
prática e a importância da cultura; na mesma encontramos a dança do toré e os artesanatos; – Aldeia Galego – também é
proporcionado ao turista a dança e o artesanato destacam-se pela comida típica e por trilha que sai do outro lado da
aldeia até o mar. – Nos aspectos artesanato e dança tem também a aldeia de São Francisco, a mais caracterizada em
termos de traços físicos indígenas.
Praia da Baía
Muitos outros passeios podem ser feitos pela região, basta ter fôlego para tanta aventura ou simplesmente curtir os
barzinhos e restaurantes da Praia da Baia e da Ponta das Trincheiras, esta última, com suas belas piscinas naturais.
Passeios de barco são oferecidos, saindo da Praia da Baía, com volta pelo Farol, Banho da Ilha da Coroa e visita ao
Projeto Peixe-Boi, entrando pelo mar na Barra de Mamanguape. Vários outros rios e cachoeiras podem ser visitados,
fazer caminhadas ecológicas e muito mais. Poupe suas forças, para à noite, aproveitar o forró ou as festas religiosas que são
freqüentes na região se você der sorte de estar por aqui numa delas.
Falesias da Praia de Tambá
A Praia da Baía da Traição emuldura a área mais movimentada da cidade. Seguindo pela rua principal, ao norte, chegue
na Praia do Forte, uma das preferidas dos surfistas. Depois da Aldeia Forte, conheça a Praia de Tambá, com dois
pontos de acesso pela aldeia galego e em seguida vá até a Praia de Jerimum e Cardosas, chegando na Barra do Rio
Camaratuba. São praias desertas, cujas águas são cristalinas como as esmeraldas e do mesmo tom, em rara beleza.
No caminho, vale a pena ver a dança do Toré na Aldeia Galego (Oca do Seu Antonio) ou na Aldeia Perdida (Curumim),
onde se encontra Lagoa dos Canários.
Na Barra de Camaratuba, o manguezal com sua rica fauna e flora pode ser observado em detalhes, atravesse o
mangue em balsa. Fazendo a travessia, já é possível mergulhar nas águas do rio que desemboca na barra, num misto
de água doce e salgada, dependendo da maré. O almoço, poderá ser nas barracas do local.
Na volta, a parada obrigatória é a Lagoa Encantada, para um banho de água doce em águas cristalinas. Local cheio de
mistérios, guarda segredos até hoje não desvendados.
Fonte: Wikipédia - Baía da Traição
09.02.2008
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